Mais um plantão na repol

Repol, para quem não conhece, é REPORTAGEM DE POLÍCIA. Em algum momento do jornalismo carioca convencionou-se chamar assim uma salinha que antigamente tinha um cheiro estranho (algo entre carpete mal-lavado, cigarro e café derramado há dias) onde um sujeito passava o dia acompanhando a frequência de rádio da polícia e ligando para os batalhões em busca de notícias.

Isso denota idade, mas sim, eu peguei essa época. Hoje, a salinha da escuta se resume a uma TV, dois telefones e um rádio. A frequência da polícia não é mais captada pelas redações, o que diminuiu consideravelmente a dor de cabeça do reportariado e a tensão do plantão. Hoje em dia, para suportar o tempo que não passa, o que se faz é ligar para os batalhões, ouvir alguma coisa na TV e, no meu caso, começar MAIS um blog jurando que DESSA vez coisas interessantes e histórias bizarras serão contadas por aqui.

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